O Caso Bankxes
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Edward Bankxes não era casado, não tinha filhos, amigos ou família. Sua ultima namorada, tinha ainda sido na puberdade.
Ele acordou naquele dia como qualquer outro dia normal. Sai da cama, tomou banho, vestiu-se, desceu as escadas, preparou seu café e o apreciou sozinho, como fazia todas as manhãs. Pegou o carro e partiu para o trabalho seguindo pelo seu caminho habitual.
No trabalho Edward era um exemplar profissional, ganhava bem, e sempre cumpria os horários e deveres. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: chegava a seu escritório, assinava formulários, decidia coisas importantes e ia embora.
Ele despediu-se de sua a secretária, que o retribuiu, ela era a única pessoa no mundo que, por interesse é claro, sabia seu nome, e foi embora.
Todas as noites ele pegava a avenida principal de sua cidade para ir para a casa, mas naquela noite, a avenida estava com um engarrafamento jamais visto. Edward ficou cerca de uma hora percorrendo um caminho que ele faria em 10 minutos. Até que chegou a um ponto em que estava parado havia 15 minutos no mesmo lugar. Ele notou uma placa e uma entrada que não tinha notado em nenhuma das inúmeras vezes que tinha passado por ali. A placa indicava com uma seta para o lado um caminho que, segundo ela, levaria até Monte Carlo. A estrada em questão estava fazia, e Edward, pensou no que o estava esperando em casa:um pão mofado, uma louça para lavar e uma TV de 42’ que ele tinha comprado com a esperança de amenizar sua solidão,uma doce ilusão. Edward pensando nessas coisas, não hesitou em virar para a direita e seguir pelo caminho.
Após 20 minutos, ele estava no centro de Monte Carlo e apreciava agora as luzes resplandecentes da cidade que saiam de seus cassinos. Edward parou seu carro em frente a um cassino, entregou o carro para um manobrista estacionar e entro no cassino. Ele nunca estivera dentro de um antes, e logo descobriu que aquele cassino era exatamente igual aos que ele via nos filmes. Dos dois lados havia enormes mesas de jogos que ele nunca soubera que existia, e nelas homens elegantes fumando todos os tipos de coisas que era possível fumarem. Havia, também, garçonetes com saias minúsculas e salto alto que serviam bebidas para esses homens e que de vez em quando recebiam cantadas de algum deles.
Edward seguiu caminhando pelo cassino e logo descobriu um lugar ao fundo do cassino que lhe pareceu um pouco mais confortável. Era um corredor imenso com maquias tipo “caça-níquel” dos dois lados do corredor que piscavam suas luzes furiosamente. Edward se sentou em frente a uma das máquinas que parecia a mais velha de todas. Suas luzes não eram tão fortes quanto à das outras e ela parecia estar escondida no canto do corredor.
Ele puxou duas moedas de seu bolso e colocou as duas na maquina, depois puxou a alavanca e esperou. A maquina começou a girar quadro quadrados na tela. Depois do que pareceram 10 segundos, ela começou a parar quadrado por quadrado. Cada um que parava mostrava a mesma figura, um $ verde. Quando finalmente parou o último quadrado na igual às mesmas figuras dos outros quadrados, a máquina começou a emitir um som estranho e as suas luzes, que antes pareciam fracas, agora piscavam como nenhuma outra naquele corredor.
Da máquina caiu uma imitação de moeda (poderia se dizer que era uma imitação devido ao seu tamanho protuberante). Edward pegou a moeda e leu as seguintes palavras escrita “PARABÉNS, VOCÊ GANHOU 1 MILHÃO”. Edward teve que ler três vezes para entender o real significados daquelas palavras. Ele virou para o lado esperançoso de que alguém o viria cumprimentá-lo, de que alguém viria parabeniza-lo, afinal ela tinha ganhado 1 milhão. Porém, ninguém veio. Ninguém o tinha sequer notado e ele foi até o guichê retirar o seu dinheiro
A moça do guichê pegou a moeda e disse com um ar desinteressado, “parabéns” e lê deu o cheque assinado. Ele então saiu do cassino como se ninguém ao menos tivesse notado sua presença ali, ele era invisível, e ele exercia esse papel muito bem, apesar de não gostar disso.
Edward pegou seu carro e foi para casa. Lá subiu a escadas, foi para seu quarto e sentou em sua cama. Ficou fitando o cheque por um instante e o largo-o no chão. Ele foi até a sua maleta, abriu-a e pegou uma adaga, muito bem desenhada e afiada, que ele sempre levou consigo, esperando o momento que, enfim, criaria coragem.
Ele acomodou os travesseiros confortavelmente, aconchegou-se entre eles, passou a adaga em seus pulsou e apreciou, com um doce gosto de vitória, a chegada de sua morte.
O CASO BANXES
Edward Bankxes não era casado, não tinha filhos, amigos ou família. Sua ultima namorada, tinha ainda sido na puberdade.
Ele acordou naquele dia como qualquer outro dia normal. Sai da cama, tomou banho, vestiu-se, desceu as escadas, preparou seu café e o apreciou sozinho, como fazia todas as manhãs. Pegou o carro e partiu para o trabalho seguindo pelo seu caminho habitual.
No trabalho Edward era um exemplar profissional, ganhava bem, e sempre cumpria os horários e deveres. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: chegava a seu escritório, assinava formulários, decidia coisas importantes e ia embora.
Ele despediu-se de sua a secretária, que o retribuiu, ela era a única pessoa no mundo que, por interesse é claro, sabia seu nome, e foi embora.
Todas as noites ele pegava a avenida principal de sua cidade para ir para a casa, mas naquela noite, a avenida estava com um engarrafamento jamais visto. Edward ficou cerca de uma hora percorrendo um caminho que ele faria em 10 minutos. Até que chegou a um ponto em que estava parado havia 15 minutos no mesmo lugar. Ele notou uma placa e uma entrada que não tinha notado em nenhuma das inúmeras vezes que tinha passado por ali. A placa indicava com uma seta para o lado um caminho que, segundo ela, levaria até Monte Carlo. A estrada em questão estava fazia, e Edward, pensou no que o estava esperando em casa:um pão mofado, uma louça para lavar e uma TV de 42’ que ele tinha comprado com a esperança de amenizar sua solidão,uma doce ilusão. Edward pensando nessas coisas, não hesitou em virar para a direita e seguir pelo caminho.
Após 20 minutos, ele estava no centro de Monte Carlo e apreciava agora as luzes resplandecentes da cidade que saiam de seus cassinos. Edward parou seu carro em frente a um cassino, entregou o carro para um manobrista estacionar e entro no cassino. Ele nunca estivera dentro de um antes, e logo descobriu que aquele cassino era exatamente igual aos que ele via nos filmes. Dos dois lados havia enormes mesas de jogos que ele nunca soubera que existia, e nelas homens elegantes fumando todos os tipos de coisas que era possível fumarem. Havia, também, garçonetes com saias minúsculas e salto alto que serviam bebidas para esses homens e que de vez em quando recebiam cantadas de algum deles.
Edward seguiu caminhando pelo cassino e logo descobriu um lugar ao fundo do cassino que lhe pareceu um pouco mais confortável. Era um corredor imenso com maquias tipo “caça-níquel” dos dois lados do corredor que piscavam suas luzes furiosamente. Edward se sentou em frente a uma das máquinas que parecia a mais velha de todas. Suas luzes não eram tão fortes quanto à das outras e ela parecia estar escondida no canto do corredor.
Ele puxou duas moedas de seu bolso e colocou as duas na maquina, depois puxou a alavanca e esperou. A maquina começou a girar quadro quadrados na tela. Depois do que pareceram 10 segundos, ela começou a parar quadrado por quadrado. Cada um que parava mostrava a mesma figura, um $ verde. Quando finalmente parou o último quadrado na igual às mesmas figuras dos outros quadrados, a máquina começou a emitir um som estranho e as suas luzes, que antes pareciam fracas, agora piscavam como nenhuma outra naquele corredor.
Da máquina caiu uma imitação de moeda (poderia se dizer que era uma imitação devido ao seu tamanho protuberante). Edward pegou a moeda e leu as seguintes palavras escrita “PARABÉNS, VOCÊ GANHOU 1 MILHÃO”. Edward teve que ler três vezes para entender o real significados daquelas palavras. Ele virou para o lado esperançoso de que alguém o viria cumprimentá-lo, de que alguém viria parabeniza-lo, afinal ela tinha ganhado 1 milhão. Porém, ninguém veio. Ninguém o tinha sequer notado e ele foi até o guichê retirar o seu dinheiro
A moça do guichê pegou a moeda e disse com um ar desinteressado, “parabéns” e lê deu o cheque assinado. Ele então saiu do cassino como se ninguém ao menos tivesse notado sua presença ali, ele era invisível, e ele exercia esse papel muito bem, apesar de não gostar disso.
Edward pegou seu carro e foi para casa. Lá subiu a escadas, foi para seu quarto e sentou em sua cama. Ficou fitando o cheque por um instante e o largo-o no chão. Ele foi até a sua maleta, abriu-a e pegou uma adaga, muito bem desenhada e afiada, que ele sempre levou consigo, esperando o momento que, enfim, criaria coragem.
Ele acomodou os travesseiros confortavelmente, aconchegou-se entre eles, passou a adaga em seus pulsou e apreciou, com um doce gosto de vitória, a chegada de sua morte.
Ele acordou naquele dia como qualquer outro dia normal. Sai da cama, tomou banho, vestiu-se, desceu as escadas, preparou seu café e o apreciou sozinho, como fazia todas as manhãs. Pegou o carro e partiu para o trabalho seguindo pelo seu caminho habitual.
No trabalho Edward era um exemplar profissional, ganhava bem, e sempre cumpria os horários e deveres. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: chegava a seu escritório, assinava formulários, decidia coisas importantes e ia embora.
Ele despediu-se de sua a secretária, que o retribuiu, ela era a única pessoa no mundo que, por interesse é claro, sabia seu nome, e foi embora.
Todas as noites ele pegava a avenida principal de sua cidade para ir para a casa, mas naquela noite, a avenida estava com um engarrafamento jamais visto. Edward ficou cerca de uma hora percorrendo um caminho que ele faria em 10 minutos. Até que chegou a um ponto em que estava parado havia 15 minutos no mesmo lugar. Ele notou uma placa e uma entrada que não tinha notado em nenhuma das inúmeras vezes que tinha passado por ali. A placa indicava com uma seta para o lado um caminho que, segundo ela, levaria até Monte Carlo. A estrada em questão estava fazia, e Edward, pensou no que o estava esperando em casa:um pão mofado, uma louça para lavar e uma TV de 42’ que ele tinha comprado com a esperança de amenizar sua solidão,uma doce ilusão. Edward pensando nessas coisas, não hesitou em virar para a direita e seguir pelo caminho.
Após 20 minutos, ele estava no centro de Monte Carlo e apreciava agora as luzes resplandecentes da cidade que saiam de seus cassinos. Edward parou seu carro em frente a um cassino, entregou o carro para um manobrista estacionar e entro no cassino. Ele nunca estivera dentro de um antes, e logo descobriu que aquele cassino era exatamente igual aos que ele via nos filmes. Dos dois lados havia enormes mesas de jogos que ele nunca soubera que existia, e nelas homens elegantes fumando todos os tipos de coisas que era possível fumarem. Havia, também, garçonetes com saias minúsculas e salto alto que serviam bebidas para esses homens e que de vez em quando recebiam cantadas de algum deles.
Edward seguiu caminhando pelo cassino e logo descobriu um lugar ao fundo do cassino que lhe pareceu um pouco mais confortável. Era um corredor imenso com maquias tipo “caça-níquel” dos dois lados do corredor que piscavam suas luzes furiosamente. Edward se sentou em frente a uma das máquinas que parecia a mais velha de todas. Suas luzes não eram tão fortes quanto à das outras e ela parecia estar escondida no canto do corredor.
Ele puxou duas moedas de seu bolso e colocou as duas na maquina, depois puxou a alavanca e esperou. A maquina começou a girar quadro quadrados na tela. Depois do que pareceram 10 segundos, ela começou a parar quadrado por quadrado. Cada um que parava mostrava a mesma figura, um $ verde. Quando finalmente parou o último quadrado na igual às mesmas figuras dos outros quadrados, a máquina começou a emitir um som estranho e as suas luzes, que antes pareciam fracas, agora piscavam como nenhuma outra naquele corredor.
Da máquina caiu uma imitação de moeda (poderia se dizer que era uma imitação devido ao seu tamanho protuberante). Edward pegou a moeda e leu as seguintes palavras escrita “PARABÉNS, VOCÊ GANHOU 1 MILHÃO”. Edward teve que ler três vezes para entender o real significados daquelas palavras. Ele virou para o lado esperançoso de que alguém o viria cumprimentá-lo, de que alguém viria parabeniza-lo, afinal ela tinha ganhado 1 milhão. Porém, ninguém veio. Ninguém o tinha sequer notado e ele foi até o guichê retirar o seu dinheiro
A moça do guichê pegou a moeda e disse com um ar desinteressado, “parabéns” e lê deu o cheque assinado. Ele então saiu do cassino como se ninguém ao menos tivesse notado sua presença ali, ele era invisível, e ele exercia esse papel muito bem, apesar de não gostar disso.
Edward pegou seu carro e foi para casa. Lá subiu a escadas, foi para seu quarto e sentou em sua cama. Ficou fitando o cheque por um instante e o largo-o no chão. Ele foi até a sua maleta, abriu-a e pegou uma adaga, muito bem desenhada e afiada, que ele sempre levou consigo, esperando o momento que, enfim, criaria coragem.
Ele acomodou os travesseiros confortavelmente, aconchegou-se entre eles, passou a adaga em seus pulsou e apreciou, com um doce gosto de vitória, a chegada de sua morte.
O CASO BANXES
Edward Bankxes não era casado, não tinha filhos, amigos ou família. Sua ultima namorada, tinha ainda sido na puberdade.
Ele acordou naquele dia como qualquer outro dia normal. Sai da cama, tomou banho, vestiu-se, desceu as escadas, preparou seu café e o apreciou sozinho, como fazia todas as manhãs. Pegou o carro e partiu para o trabalho seguindo pelo seu caminho habitual.
No trabalho Edward era um exemplar profissional, ganhava bem, e sempre cumpria os horários e deveres. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: chegava a seu escritório, assinava formulários, decidia coisas importantes e ia embora.
Ele despediu-se de sua a secretária, que o retribuiu, ela era a única pessoa no mundo que, por interesse é claro, sabia seu nome, e foi embora.
Todas as noites ele pegava a avenida principal de sua cidade para ir para a casa, mas naquela noite, a avenida estava com um engarrafamento jamais visto. Edward ficou cerca de uma hora percorrendo um caminho que ele faria em 10 minutos. Até que chegou a um ponto em que estava parado havia 15 minutos no mesmo lugar. Ele notou uma placa e uma entrada que não tinha notado em nenhuma das inúmeras vezes que tinha passado por ali. A placa indicava com uma seta para o lado um caminho que, segundo ela, levaria até Monte Carlo. A estrada em questão estava fazia, e Edward, pensou no que o estava esperando em casa:um pão mofado, uma louça para lavar e uma TV de 42’ que ele tinha comprado com a esperança de amenizar sua solidão,uma doce ilusão. Edward pensando nessas coisas, não hesitou em virar para a direita e seguir pelo caminho.
Após 20 minutos, ele estava no centro de Monte Carlo e apreciava agora as luzes resplandecentes da cidade que saiam de seus cassinos. Edward parou seu carro em frente a um cassino, entregou o carro para um manobrista estacionar e entro no cassino. Ele nunca estivera dentro de um antes, e logo descobriu que aquele cassino era exatamente igual aos que ele via nos filmes. Dos dois lados havia enormes mesas de jogos que ele nunca soubera que existia, e nelas homens elegantes fumando todos os tipos de coisas que era possível fumarem. Havia, também, garçonetes com saias minúsculas e salto alto que serviam bebidas para esses homens e que de vez em quando recebiam cantadas de algum deles.
Edward seguiu caminhando pelo cassino e logo descobriu um lugar ao fundo do cassino que lhe pareceu um pouco mais confortável. Era um corredor imenso com maquias tipo “caça-níquel” dos dois lados do corredor que piscavam suas luzes furiosamente. Edward se sentou em frente a uma das máquinas que parecia a mais velha de todas. Suas luzes não eram tão fortes quanto à das outras e ela parecia estar escondida no canto do corredor.
Ele puxou duas moedas de seu bolso e colocou as duas na maquina, depois puxou a alavanca e esperou. A maquina começou a girar quadro quadrados na tela. Depois do que pareceram 10 segundos, ela começou a parar quadrado por quadrado. Cada um que parava mostrava a mesma figura, um $ verde. Quando finalmente parou o último quadrado na igual às mesmas figuras dos outros quadrados, a máquina começou a emitir um som estranho e as suas luzes, que antes pareciam fracas, agora piscavam como nenhuma outra naquele corredor.
Da máquina caiu uma imitação de moeda (poderia se dizer que era uma imitação devido ao seu tamanho protuberante). Edward pegou a moeda e leu as seguintes palavras escrita “PARABÉNS, VOCÊ GANHOU 1 MILHÃO”. Edward teve que ler três vezes para entender o real significados daquelas palavras. Ele virou para o lado esperançoso de que alguém o viria cumprimentá-lo, de que alguém viria parabeniza-lo, afinal ela tinha ganhado 1 milhão. Porém, ninguém veio. Ninguém o tinha sequer notado e ele foi até o guichê retirar o seu dinheiro
A moça do guichê pegou a moeda e disse com um ar desinteressado, “parabéns” e lê deu o cheque assinado. Ele então saiu do cassino como se ninguém ao menos tivesse notado sua presença ali, ele era invisível, e ele exercia esse papel muito bem, apesar de não gostar disso.
Edward pegou seu carro e foi para casa. Lá subiu a escadas, foi para seu quarto e sentou em sua cama. Ficou fitando o cheque por um instante e o largo-o no chão. Ele foi até a sua maleta, abriu-a e pegou uma adaga, muito bem desenhada e afiada, que ele sempre levou consigo, esperando o momento que, enfim, criaria coragem.
Ele acomodou os travesseiros confortavelmente, aconchegou-se entre eles, passou a adaga em seus pulsou e apreciou, com um doce gosto de vitória, a chegada de sua morte.
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_________________________________________ Gabriela Kuhn
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bLAH SEJA EU "BEN" VINDA!

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