Panquecas doces
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Pablo abre à janela todas as manhãs. Ele gosta que o sol matinal ilumine e aqueça a casa. Após abrir todas as janelas, Pablo vai tomar banho, ele não é um ótimo cantor, mas canta euforicamente quando esta no banheiro. Depois Pablo faz seu própio café. Ele mora sozinho e também não é um ótimo cozinheiro, mas panquecas doces e suco de laranja são postos à mesa.
Como de costume, antes das refeições, Pablo reza. Sua mãe lhe ensinou isso, como também lhe ensinou a escovar os dentes, ser organizado e fazer panquecas. Foi dela que Pablo herdou sua pele branca papel, que contrasta com seus olhos negros e com seu nome, que também foi dado por ela.
Depois do café Pablo vai trabalhar. Ele é enfermeiro, e sua roupa branca é quase confundível com seu tom de pele. As enfermeiras nos corredores quase entram em colapso quando vêem Pablo. Pudera, ele tem 28 anos, não é casado e é bonito. Pablo, é claro, flerta com todas elas, mas ele só se apaixonou de verdade uma vez na vida. Foi pela Glorinha, uma colega de classe que lhe ensinava matemática na 7ª série. Ela foi embora antes do ano acabar, mas não antes dar o primeiro e melhor beijo da vida de Pablo.
Ele se julga na idade de aproveitar a vida, sai todas as noites que não tem plantão no hospital, embebeda-se e volta para casa, às vezes só, às vezes acompanhado. Hoje Pablo vai a um bar desconhecido, ele não gosta de encontrar pessoas que conheça, sobretudo mulheres. Novamente Pablo vai voltar para casa com uma mulher e bêbado hoje, porém ele não abrirá as janelas amanha cedo.
Como de costume, antes das refeições, Pablo reza. Sua mãe lhe ensinou isso, como também lhe ensinou a escovar os dentes, ser organizado e fazer panquecas. Foi dela que Pablo herdou sua pele branca papel, que contrasta com seus olhos negros e com seu nome, que também foi dado por ela.
Depois do café Pablo vai trabalhar. Ele é enfermeiro, e sua roupa branca é quase confundível com seu tom de pele. As enfermeiras nos corredores quase entram em colapso quando vêem Pablo. Pudera, ele tem 28 anos, não é casado e é bonito. Pablo, é claro, flerta com todas elas, mas ele só se apaixonou de verdade uma vez na vida. Foi pela Glorinha, uma colega de classe que lhe ensinava matemática na 7ª série. Ela foi embora antes do ano acabar, mas não antes dar o primeiro e melhor beijo da vida de Pablo.
Ele se julga na idade de aproveitar a vida, sai todas as noites que não tem plantão no hospital, embebeda-se e volta para casa, às vezes só, às vezes acompanhado. Hoje Pablo vai a um bar desconhecido, ele não gosta de encontrar pessoas que conheça, sobretudo mulheres. Novamente Pablo vai voltar para casa com uma mulher e bêbado hoje, porém ele não abrirá as janelas amanha cedo.
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______________________________________Gabriela Kuhn

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