sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

2008

Mais um ano se passou.Todod nós ficamos mais sensiveis nesta época, mais nostalgicos.
Eu também...
A primeira coisa que me lembro da inha vida, foi quando eu cai da caderinha de comer.Devia ter uns 3 anos, mas essa imagem ainda é bem nitida na minha cabeça.
Minha infância também é bem recente pra mim.As vezes em que eu fazia gurra de balão d'gua no CTG, as vezes em que eu brincava de taco na frente da minha casa ou então de cabra-cega e caia da escada por isso!
Ainda me lembro quando eu e minha prima juntavamos moeda para ir compra bala de goma no "Seu Adão" e depois sentavamos em uma escada que ficava perto da casa da minha vó, para fazermos nosso lanchinhu!!
Me lembro que eu e ela iamos para a praia juntas, e usavamos o mesmo maio, só que o dela era azul e o meu, vermelho. Iamos sempre tomara banhu no laguinhu e depois passeavamos nas dunas.
Me lembro dos Natais em familia que tinha um Papai Noel malvado que assustava as crinças e batia na gente com cabo de vassoura e espada de São Jorge(aterrorizante).
Da escola, eu me lembro da vez que tentei falsificar a assinatura da minha mãe em um bilhete que eu levai por ter cortado o cabelo de colegas na sala de aula (é...eu tinha uns 8 anos ...)
Ou então por ter batido e jogado pedras nos meninos, ou colocar ovos na cadeira das minha coleguinhas (isso foi no pré)
Lembro da vez em que me perdi dentro do BIG e fiquei esperando a minha familia no carro(momento de esperteza, com 4 anos)
Da minha adolecência, de muitas coisas me lembro, coisas como acampamentos fracassados, noitados olhando filmes e dias de assombração(foi realmente terrivel). Bem algumas coisas não da pra contar néh...outras coisas eu me arrependo, mas no final das contas o saldo é bem positivo.
Lembro da vez em que corri no beco, a que cai no banheiro(as duas), de dias de "la pros fundos do sertão", de choradeiras (falsificadas) no banheiro, de brigas mal sucedidas, de brigas bem sucdidas, de amores mal sucedidos e amores mal sucedidos OIAHIOhaiohAIHiah. As vezes en que quase coloquei fogo no parobé, que quase matamos todo mundo asficsiado, vezes de bichos venenos que escapam, de dias de sumiço na barraca, lembro das caminhadas da meia noite, das dancinhas invetadas, de celulares concertados a band-aid e de tornozelos que pisam em bolas e se concertam com talas. De quse desmaios, de dores de barrigas e cabeça ficticia para fihir da escola e quando não funcionava servia pular o muro mesmo.
Lembro das vezes em que matei aula pra jogar sinuca, e as vezes em que joguei sinuca porque precisava. Das aulas de teatro e de como elas me ajudaram na época =D, dos beijos roubados que ajudei outras pessoas a darem kkkk.
Lembro do dia do compaso e carro estranho, das vez em que fui para em uma estação 3 vezes mais longe, do onibus pro HPS, de festas que infelizmente acabram em brigas.
Lembro de noites mal dormidas lendo um certo livro, e dos dias sifridos esperando um certo filme ;)
Bueno de tanta coisa eu lembro, um dia escrevo um livro, e ele será bem interessante OIAHOIha
Estou indo para a praoa hojé, volto daquei a muitos dias e quero desejar um blablabla feliz 2008 e blablabla
bem mais eu desejo...

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Hou hou hou

O bom velhinhu foi bom com vocês esse ano???
Aqui em casa foi, ganhei até uma Shuriken!!! Parece que mereci néh (!!) ^.^
O unico problema é que me ataquei da Rinite e passei o Natal espirrando, também ningume mandou mexer com produtos de limpeza, ahh não minha mandou !!

De férias, bem mais tranquila, BEM MAIS TRANQUILA, e passada, terminei meu traballho de fotodocumentário e o meu videoclipe, to só esperando, agora, o meu coleguinha colocar o video no Youtube que ele disse que i fazer, mas até agora nada! Fazer o que néh!

Ano novo chegando,vou passar o Revillón(será que é assim que se escreve?) na praia com a familia(isso ja é tradição).´ahh o Natal tb é tradicional aqui em casa, primeiro um banquete, depois amigo secreto e depois entrega do presente, com direito a papai noel e tudo(e a gente tem que sentar no colinhu dele pra poder ganhar o presente se não, nada feito) bem legal néh =D eu gosto!

Ano que vem as coisas vão ser boas pra todo mundo, esse ano algumas metas não foram alcaçadas e provavelmente ano que vem outras também bão serão, mas o importante é continuar a traçar metas, vai que um dia de uma zebra!!

bahhhhhhhhh, quae fui atrpelada ontem. Estava eu atravessando a minha rua movimentadissiam(uuhh) e por encrivel que pareça passou dois carros, e no mesmo intante(isso é quase inacreditavel) e eu estavameia que viajando(como sempre) ai presetei atenção só num dos carros que tava vindo e o outro, eu nem registrei, ai quse aconteceu a merda, o carro parou em cima de mim, minha mãe deu um grito(pq aconteceu bem na frente da minha familia que tava setada do outro lado da rua) e foi bem legal!!oIHAOIhoiahoIHAOH, quase que passou o natal no hospital!!!

enfim... ¬¬

Um bom natal pra todo mundo e se eu não aparecer por aqui antes, um bom fim de ano , e juizo, não vão ser atropelados, ou quase, no fim da reta Ok??!!

intéh outrora!

PS: bahhhhhhhhhhhhhhhh O caçaor de Pipas virou filme, fiquei atônita na frente do cartaz do cinema, estréia de 18 de janeiro e eu recomendo vcs olharem, ja vi o trailer e parece que ficou bom, e o livro então, é tri bom, tb recomendo a leitura!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Ohyio

Podrinha...
Um tempo ja faz desde que não posto aqui, mas é que a Unisinos ta me cupando um bom tempo ultimamente, é tanto trabalho que estou quase enlouquecendo...
Tenho ficado na Uni, o dia inteiro ultimamente e até o final dessa semana as coisas não vão mudar, mas logo logo virão as férias e graças a Deus o descanço!!!
Dirigi um videoclipe semana passada, muiiitoo legal e agora estamos montando...estou fazendo um trabalho de fotografia que entre bater as fotos, revelar os filme, ampliar e emoldurar está durando três meses e ainda não acabou!
Naruto: um dos melhores animes, na minha opinião. Naruto também anda tomando boa parte do meu tempo, mas eu ja estou no Shippuudem e até que eu encontre algo mais interessante, Uzumaki Naruto vai continuar tomando meu tempo.
Além do streess físico, estou também me estresando psicológicamente, e acreditem, isso é pior, mas fazer o que, ninguem mandou fazer cinema(em todos os aspectos). Ano que vem as coisas vão piorar porque pretendo fazer duas faculdades (Física). Podem me chamar de louca, mas eu nem estou pensando nisso agora ano que vem a gente vê como vai ficar as coisas.
Bueno, tenho que ir indo pq já nem meaguento, só queria dar uma atualizada mesmo!!
um Atéh a todos!!
Bibi.
PS: hummm...pq vc não deixa eu têmpera ?? ^.^ (!!)

sábado, 13 de outubro de 2007

Quanto Tempo...

Olá pessoas, depois de um breve periodo sem portagem estou eu aqui de volta!
Feliz dia das crianças atrasado!! Oba!!ganharam bastante presentinho????
Bom o que posso dizer a vocês, eu fiz dezoito anos, mas continuo sendo a mesma crinça de sempre, corpo de adulta(cof cof) com a alma e o coração de um criança(o coração sendo uma coisa metafórica pq meu coração tem o tamaho de um adulto viu??)
Ontem eu a Aline e a Daia fomos a POA na Bienal e na exposição da RBS, não foi uma completa indiada a não ser pelo fato de que de manha tava caindo o mundo, nós tivemos que caminhar QUATRO vezes a andradas inteira(o que é um distância consideravel) e a Aline ter dado um grande berro em pleno Santander cultural por causa de uma cortina HAhahHAHahAH...
Bom o que eu posso dizer a vocês sobre as duas exposições, a Bienal esse ano não esta tudo isso, não que eu tenha ido nos outros anos, mas vi as fotos, e acriitem na Bienal não vale muito a pena ir...já a exposição da RBS ta interessante, nada muito digno de se aplaudir de pé, mas ta bem interessante...eu ainda prefiro o museu da PUC...
Porto Alegre estava désértica ontem, de um jeito que eu nunca tinha visto, o que aconteceu com toda aquela gente?? talvez pelo fato de ser feriado e estar chuvendo...pois bem...
Farei um videoclipe no meu curso, ficara bem bacana, assim espero, não é nada muiiito profissional, mas é um exercício novo e desafiador(mas que chica essas palavras nõ), enfim vou me estressar, estribuchar, arrancar os cabelos, mas no final vai dar tudo certo (assim espero).
E quando ficar pronto, posto o resultado final no Youtube!!
Estou recomendando a leitura de "O caçador de pipas" O livro é muito do Bom!!
Ah também vi o "Tropa de Elite"(pirateichon, é claro,mas pretendo ver no cinema, o que provavelmente não vou fazer) é um filme bem realista e que bate de frente com muita coisa(a policia, o governo, a mídia) é bem documental(o diretor é documentarista) o que deu um ar bem legal ao filme, mas deixou devendo em algumas partes dramaticas (aquelas que faz a tua espinha arrepiar) que acabaram não tendo a sua forte caga dramatica, justamente porque não tinha muita marcação de câmera.Deum modo geral filme é muito do bom e vale a pena os 10 pila do ingresso do cinema em cada grão do seu centavao (grão do seu centavo??Existe isso??)
Eras isso então, qualquer dia eu posto mais alguma coisa por aqui, dessa vez eu me inpirei hem HAHhahA
Dois até e um até logo pra vocês!!!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Signos

Aries Naum sei bem o que quero , soh sei que quero ja!!!!!
Touro: Ver acima
Gemeos: Odeio fofocas , masssssss jah te contei a última???
Cancer Lar......doce lar!!!
Leão Antes eu era vaidoso , mas me curei e estou perfeito!!!!!!!!!
Virgem Ja te disse que sou super democrata , mas pq ainda não fez o que mandei????????LIBRA A justiça tarda mas não falha. pois ela está sempre comigo
Escorpião Sou super liberal..mas onde tu fostes mesmo?
Sagitário JA DISSE 1 000 000 DE VEZES QUE NÀO EXAGERO!!!!!!!!!!
Capricórnio:Hoje assumi o cargo de vice - diretor de um empresa que eu organizarei e será um sucesso daqui a 10 anos
AquarioJa estou guardando grana pra nossa bela casa LA na LUA
PeixesOntem tinha duvidas. Hoje ... Não sei!!!!!!!

QUANTOS SÃO NECESSÁRIOS PARA TROCAR UMA LÂMPADA?

ARIANOS Apenas um, mas serão necessárias muitas lâmpadas.
TAURINO Nenhum: taurinos não gostam de mudar nada.
GEMINIANOS Dois (é claro). Vai durar o fim de semana inteiro, mas quando estiver pronto, a lâmpada vai fazer o serviço da casa, falar francês e ficar da cor que você quiser.
CANCERIANOS Somente um. Mas levará três anos para um terapeuta ajudá-lo a passar pelo processo.
LEONINOS Um leonino não troca lâmpadas, a não ser que ele segure a lâmpada e o mundo gire em torno dele.
VIRGINIANOS Vamos ver: um para girar a lâmpada, um para anotar quando a lâmpada queimou, e a data em que ela foi comprado, outro para decidir de quem foi a culpa da lâmpada ter sido queimada e perguntar, dez para decidir para remodelar a casa enquanto o resto troca a lâmpada...
LIBRIANOS Bom, na realidade eu não sei. Acho que depende de quando a lâmpada foi queimada. Talvez só um, se for uma lâmpada comum, mas talvez dois se a pessoa não souber onde encontrar uma lâmpada, ou ...
ESCORPIANOS Mas quem quer saber? Por que "você" quer saber? Você é um policial? SAGITARIANOS O sol está brilhando, está cedo, nós temos a vida inteira pela frente, e você está preocupado em trocar uma lâmpada estúpida?
CAPROCORNIANOS Nenhum. Capricornianos não trocam lâmpadas - a não ser que seja um negocio lucrativo.
AQUARIANOS Vão aparecer centenas, todos competindo para ver quem será o único a trazer a luz ao mundo.
PISCIANOS O que? A luz está apagada?

COMO OS SIGNOS REZAM

áries:"Querido Deus.Dê-me PACIÊNCIA,e eu quero AGORA!!!!!
"touro:"Deus,ajude-me a aceitar mudanças em minha vida...mas não agora
"gêmeos:"Ei Deus...Ou será Deusa?Quem é você?O que é você?Quantos há de você?Eu não consigo te imaginar!!!!!!!
"Câncer:"Querido papaizinho,sei que eu não deveria depender tanto de você,mas você é a única pessoa que eu posso contar enquanto meu seguro cobertor está pra lavar...
"leão:"Oi papi!!!!Aposto que o senhor está muito orgulhoso te ter a mim como filho!!!
"virgem:"Querido Deus,faça do mundo um lugar melhor,e não o destrua como você fez dá última vez.
"libra:"Querido Deus,eu sei que devia tomar minhas decisões sozinho(a),Mas,por outro lado,o que você acha?
"escorpião:"Querido Deus,ajude-me a perdoar meu inimigos...mesmo que esses crápulas,nojentos,otários e sujos infelizes não mereçam...
"sagitário:"OH UNIPOTENTE,ONISCIENTE,TODO AMOROSO,TODO PODEROSO,ONIPRESENTE ETERNO DEUS,ESTOU PEDINDO CENTENAS DE VEZES,AJUDE-ME A PARAR DE EXAGERAR!!!!!!!
"capricórnio:"Querido pai,estava indo rezar,mas,acho que devo descobrir as coisas por mim mesmo,então...tchau."aquario:"Oi Deus,alguns dizem que você é homem,outros dizem que você é mulher.Eu digo que todos nós somos DEUSES.Então,por que rezar?Vamos fazer uma festa!
"peixes:"Pai celestial,enquanto eu me preparo pra consumir esse último quinto de uísque para esquecer minha minha dor e meu sofrimento,posso minha embriagues servir para aumentar sua honra e glória."

Como cada signo diz EU TE AMO...

ÁRIES: Preciso lhe dizer que amo você, e decidir como resolveremos isso.
TOURO: Tá, tá, é verdade, eu te amo...mas não estou cobrando nada não... sei lá, depende de você...
GÊMEOS: Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo! Eu te amo!...
CÂNCER: Você sabe que eu te amo, não sabe?
LEÃO: Quando é que você vai perceber que eu te amo?!
VIRGEM: Há muito tempo que eu estava pra falar como eu amo você..
LIBRA: Eu te amo muito... apesar, é claro, das nossas diferenças...
ESCORPIÃO: Será que eu estou falando grego?! Eu te amo, caramba!!
SAGITÁRIO: Eu amo você, mas entenderei perfeitamente se não for recíproco.
CAPRICÓRNIO: Bom, eu te amo, como já deve ter notado. Pense nisso, que depois nós conversamos.
AQUÁRIO: Antes de mais nada, eu amo você..
PEIXES: Oh, meu amor!... minha vida!...como te quero, como te amo...oh, meu amor, você vê quanto te amo?... Meu tudo! Minha vida!...

A SELEÇÃO E A ASTROLOGIA (João Acuio)

No gol, Virgem, o signo que não pode falhar. Quando falha é criticado por todos. E pior, muito pior, por ele mesmo.

Na lateral direita, Gêmeos, aquele que rege os caminhos. Assim pode andar em todos os setores do campo e ao mesmo tempo não estar em nenhum.

No miolo da zaga, para defender a pátria, Câncer e Capricórnio. A mãe e o pai. Câncer quando gruda no adversário não tem quem tire. Já viu mãe que cola nos filhos? Já Capricórnio é mais severo. Não dorme no ponto. É o mais velho do time, mas não deve se responsabilizar por aquela goleada.

Na lateral esquerda, Touro, a força. O marcador. Sabe esperar o momento certo para avançar e liquidar definitivamente o adversário. Muitas vezes é lento como um boi.

No meio de campo, Libra, porque tenta ser justo. Além do que este é o signo da beleza. E o nosso futebol sempre foi arte.

Também no meio de campo, Escorpião, porque faz o trabalho que deve ser feito: desarmar, matar o contra-ataque e, por armar o nosso bote. Ou seria amar? Lança bolas como se fossem beijos.

Na meia direita, Sagitário, o signo do insight, do toque rápido. Ele faz do gol uma conclusão filosófica. Não gosta de marcar, acha isso muito pequeno.

Na meia esquerda, o rei, o camisa 10, Leão, o signo da criatividade. Recebe com prazer todos os aplausos ou vaias. Vaias para ele são aplausos ao avesso. Acha que o jogo orbita em torno dele.

Na frente, Aquário, devido à sua genialidade e rebeldia. É o inventor, por isso veremos sempre jogadas e gols nunca vistos antes.

Também na frente, Áries. O matador! A única coisa que lhe interessa é que ele, só ele, faça o gol. Por isso é fominha e brigão. Garra, improviso, metidice estão na ponta de sua chuteira.

E por fim, Peixes, no lugar da torcida, da camisa 12, porque é o signo que sofre, perdendo ou ganhando. E também por reger o êxtase, a alegria, as forças do coletivo. Tem jogos que quem ganha é a torcida, com suas rezas, suas mandingas, seus xingos, sua emoção.


HAHhahAHhahHAhahHAhahHAHahHAHahHA muito engraçado!!!!

Signos

São 5 horas da tarde. Doze funcionários de uma fábrica estão voltando pra casa no final do expediente. Ao chegarem ao portão de saída, descobrem que está trancado por fora, e como eles são os últimos a sair, não há ninguém para abri-lo para eles. Cada uma das 12 pessoas pertence a um dos signos do zodíaco. Veja agora que reação cada um demonstra diante do acontecido:
>Áries: Dando socos e pontapés no portão, berra: "ABRE ESSA PORRA!!!!!!QUE MERDA, NINGUÉM TÁ ME OUVINDO NÃO???? (BAM BAM BAM) ABRE SE NÃO EU ARROMBO!!!"> >Touro: Chegando mais perto, diz: "Pera aí gente, este cadeado não deve estar mesmo trancado, deixa eu ver... alguém tem um grampo aí? De repente se colocássemos 3 pessoas de um lado e 3 de outro empurrando, conseguiríamos abrir isso.. essas roldanas estão meio frouxas, isso seria fácil...">
>Gêmeos: Desanda a falar "Galera, isso já aconteceu com um amigo de um amigo de um amigo meu antes, lá em.. em.. como é mesmo o lugar?? Enfim, o lugar era muito maneiro, meus amigos sempre me convidam para ir pra lá, mas eu nunca pude por causa do trabalho e tal, mas enfim, sobre a coincidência, ah... sobre o que eu estava falando mesmo?">
>Câncer: Choramingando com as mão na cabeça e os olhos no relógio, "Ah não...hoje não.. (snif), tenho que buscar as crianças no colégio, tenho um jantar lá na mamãe... ihh, meu feijão ficou no fogo!! Ah, não, isso sempre acontece comigo...(snif)">
>Leão: Levanta os braços e fala em alto e bom som para todos: "Vocês não se preocupem, pois EU vou resolver todo este problema, por um simples motivo. EU conheço o DONO desta fábrica, EU vou reclamar com ele pessoalmente, possivelmente ele vai ME indicar para pedir desculpas oficiais a todos vocês...">
>Virgem: Pensativo, fala: "Calma pessoal, vamos analisar a situação. São 5:17 da tarde, deve haver alguém da limpeza lá dentro. Se não houver, vamos agir com sensatez e ligar para a polícia.. alguém tem um celular aí? Ou quem sabe podemos tentar o outro portão dos fundos, ou talvez procurar pelas chaves no armário do zelador.. é tudo uma questão de lógica e organização".>
>Libra: Com um sorriso no rosto, diz para todos "ih pessoal, relaxem...poderia ser pior, só estamos presos aqui, mais nada.. porque nós não nos sentamos aqui em roda e começamos a conversar, posso ir até a cozinha pegar um vinho... de repente admirar o céu, ah, vocês já pararam para ver como o pôr do sol está magnífico?">
>Escorpião: Sério, aperta os olhos e fala calmo "Você podem escrever o que eu vou dizer... se eu pegar o infeliz que trancou este portão, ele vai se >arrepender profundamente do dia em que nasceu...">
>Sagitário: Abraçando um aqui e dando tapinhas nas costas de outro ali "AH, que situação mais cômica, hahahahahahaha, isso me lembra uma piada, hahahah, vocês conhecem aquela do..."> >Capricórnio: Em silêncio, olha para o relógio, e para o portão, para o relógio, para o portão, para o relógio...>
>Aquário: Sem pensar muito, pula o muro, cai do outro lado, abre o portão para os outros, e sai andando rápido pois ainda tem um cinema pra pegar dali a alguns minutos.>
>Peixes: Senta-se num canto, joga a cabeça entre os braços, e começa a chorar baixinho.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

18 em cinco dias

Meu aniversário será daqui a cinco dia (sexta -feira 28), então poderei doar sangue e tirar a carteira de motorista.
Quero presente, não é todo dia que se faz 18 anos!!!!
* Aqui na avenida do carnaval. tem uma locadora que vende fitas de video a um pila, como sugestão de presente, claro!!!

Férias acabaram, agora a rotina volta ao normal...

Estou atualizando mais vagarosamente agora, quando me der a febre do blog de novo, eu vou postar com mais frequência ;)

Intéh outrora

e não se esqueçam, dia 28 de Sentembro estarei de anos em festa...yuupi... eu, uma flor da primavera...puff...

PS: Morta de cansada de trabalhar na semana farroupilha e no rodeio, mas valeu a pena!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Cheguei de vorrrta!

Cheguei de vorrrta!
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Uma semaninha de férias na casa da dinda não faz mal a ninguém, comer comida de vó e beber leite da vaca também não!!
De fato estava em Montenegro essa semana que paasou e como sempre foi muito bom. Visitei bastatante gente que não via fazia algum tempoe e, é claro, engordei horrores. Voltei por culpa da semana farroupilha que será maravilhosa (Amém!). Ainda tenho mais uma semana longe da UNISUINOS e pretendo aproveitar porque eu sei que quando voltar as coisas ficaram mais dificeis por lá (rap ?)!
Falando na expointer, tava uma bosta (literalmente e metaforicamente), mas as companhias amenizaram a coisa ruim e acabou ficando divertido.
Bom me perece que o meu blog "bunitinhu" não vai voltar a funcionar (¬¬) então vou ficando com esse aqui mesmo que também é "bunitinhu" e funciona (o que é a parte pincipal da questão).
Um aviso culinário: não tomem leite de vaca cru (não fervido) irão se arrepender, fervão antes e deixem esfriar se querem tomar ele gelado, mas fervão!!
Acho que de tudo, era isso o mais importante ou pelo menos o que eu lembro de contar...
Intéh outrora!

sábado, 1 de setembro de 2007

Recomeçando aqui

Recomeçando aqui
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Aff...
... o blig ta dando problema, o que esta havendo com esse blogs ulimamente hemmm???? Já não basta o Orkut que esta todo mudado e confundindo a minha cabeça!

O show foi um sucesso!!! saímos no jornal e tudo!!

Sou colunista de jornal agora. O jornal chama-se Jogo Aberto" e eu vou fazer uma coluna sobre cinema!! Bacana!
Férias, eu preciso de férias. E ela está chegando, yuppy!

Como uma boa esteiense que sou, vou prestigiar, amanhã, a Expointer 2007.

Nessa semana da expointer, Esteio fica um caos, é um nojo, pricipalmente pra quem pega trem ou tem que sair da cidade pela BR. A estação fica lotada, as pessoas ficam mal educadas e as coisas ficam caras, sem falar no congestionamento que nos tranca por cerca de meia hora cada vez que passamos pela frente do Parque de exposição. Acabamos, por isso, tendo que fazer uma volta imensa para poder escapar do caos. E isso que nem é ano de eleição, porque se fosse, seria bem pior!

Postarei fotos novas logo!

intéh...

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Estoy enlouquieciendo!

Estoy enlouquieciendo!
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Õ semaninhas desgranidas essas...meu Deus...eu quero Fériasss!!!!
Muita coisa, muitas coisas mesmooo...
O problema é que o meu cérebro não ta funcionando a essa velocidade que se esta exixindo dele. Pra se ter uma noção, eu tive que pagar 12 reais de multa na biblioteca porque eu esqueci totalmente de renova ou entrega os livros...Eu vou ter que pagar duas locações extras de DVD porque eu não consigo chega em casa a tempo de entregar ele...E ainda por cima, eu fiz um tur por Esteio hoje e voltei para o mesmo lugar porque eu peguei ônibus errado, tive que fazer a volta interinha. descer e pegar outro ônibus pra poder voltar pra casa, haja pasagem...Sem conta a vez que segui reto na estação de trem e desci na estação errada, tive que volta e perdi tempo...
Eta vida desgraçada essa que minhas amigas tem que agendar data e hora para conseguir me ver...
Daqui a pouco vou entrar em colapso e meu cérebro vai parar de funcionar...
Vou lá que tenho coisa pra fazer ainda...intéh

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Onde esta a originalidade?

Onde esta a originalidade?
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Antes de mais nada um anúncio
Terça-feira 28/08 às 14hs, show de Rock gratuito no auditório Pe. Werner na Unisinos promovido pelos alunos do CRAV com parceria dos alunos do Rock para a realização de um exercício de aula.PRECISAMOS DE PLATÉIA, APAREÇA!!
Começando o post...
Fui chamada de tia ontem, TIA!!! Foi algo mais ou menos assim "O Tia pegaaboloalipamimfazfavor!! Neste jeito mesmo, sem pausa!!!Eu calmamente me dirigi a bola e a entreguei para o "gentil" menino que me pediu "tão" educadamente após me chamar de TIA!!!!Detalhe: ele etava mais perto da bola do que eu, o que me parece que ele não tem a minima noção de espaço, mas eu estava indo em direção a bola. Talvez ele tenha achado mais fácil espera que eu chega-se até ela do que voltar ele TRÊS passos para atrás.
A juventude de hoje não te inrrita???Quer dizer, não que eu tenha idade o suficiente para se chamada de TIA, na verdade até me incluo nesta faixa de idade de jovens.Falo, neste caso, da juventude em geral, com exeções.Esses jovens desajustados, que pensam que a vida é só carros, girias toscas, "Baladas bonbando"(o giria que eu odeio essa), roupas na moda e caras que tem o nome estranho e americanizado.
O engraçado é que essa gente não pensa, seguem a modinha sem se quer questionar o porque estão fazendo isso. Pessoas sem o mínino pingo de sensatez e cérebro que não pensam por si só, e vão na "onda do momento". Gurias industrializadas, que usam sempre o mesmo estilo de roupa desconfortável para mostrar seus corpos(bonitos ou não) para Guris industrializados no cío com o único objetivo que eles tem na vida, preencher aquela lista de "pegantes". E que não fazem nada da vida a não ser reclamar da professora de matemática e da escola em geral e conversar sobre o sexo oposto. E que escrevem naquela língua dos "x" a exemplo de " bEijUux pAh Ti MiGuUxAxX" que é uma abobinação. Abreviar é uma coisa, assassinar o português é outra bem diferente!Essa gente sem educação que pensam apenas no seu umbigo e esquecem que tem um mundo aqui fora do qual eles dependem e tem que ajudar a cuidar. ONDE ESTA A ORIGINALIDADE?.Não temos que seguir o que a sociedade(e a midia, e as grandes empresas) acha que é melhor para nós vestirmos, comermos, olharmos, falarmos, efim, consumirmos de alguma forma.
Tente ser você mesmo uma vez na vida se puder, e aprecie o quão bom será este momento de liberdade de escolha.
Falando em liberdade de escolha, todos nós temos a nossa, basta nós decidirmos o que é melhor pra nós: se queremos guiar o carro de nossas vidas ou se queremos ser o caroneiro e apenas vê-la passar.Você não vai querer ser a marionete, vai?Salve a SUA vida já, faça o que você quer, seja quem você é!
Atenciosamente, Bibi.
PS: Você viu como as coisas estão ficando caras, minha mãe acabou de trazer três sacolinhas de comidas que custou R$20,00, três míseras sacolinhas, e o pior, tudo para se cagado!!!!!Onde vamos parar...

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Semana melhorada ehhhh

Semana melhorada ehhhh
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Aonde mais tu estaria usando manta luvas e casacão num dia e no outro dia tomando sorvete e suando...
Esse é o meu Rio Grande do Sul, imprevisível, maravilhoso...
Poisé hoje tava um calorão aqui no Sul nem parece que semna passada eu tava dormindo com 5 cobertores!!!
Ainda bem meu trabalho e minha prova foram tranferidas...uma folga bem boa no meu cronograma...!!!
Acho que devo ter feito alguma coisa diferente com o meu maxilar, ele ta doendo muito...será que eu desloquei???...
Graças a Deus essa semana é mais curta ufaaa, mas mesmo assim vou me ocupar de três livros para ler e ainda por cima vou ter que ter alguma idéia merabolante para o meu trabalho de fotografia...alguém tem alguma sugestão??? Alguém quer ser modelo???
Fim de semana de apresentações, ontem fui ver o ensaio das tal argetinas e constatei que são muitos legais e boas de dançar.Elas tem uma coisa caliente, latina, muito gostosa!!!
Bom postarei algums fotos novas quando tiver...hahahah...então tah...até outrora!!!!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Semana turbulenta será essa

Semana turbulenta será essa
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AHHH to aqui na UNISINOS e acabei de fazer mais uma decupagem pra minha aula de...DECUPAGEM..ohhh nome criativo, efim.
Semana corrida essa ahhhh e tem Festival de Gramado, mas eu não vou ir ó Buaaaa.Vou aproveitar que não tem aula nem na quinta e nem na sexta pra colocar meus estudos em dia, trabalhos e mais trabalhos para fazer até que emfim acabei o fichamento feitoooooo!!!
Eu ainda tenho muita coisa pra fazer, já que fiquei de fazer isso neste final de semana que passou e em vez de fazer os trabalhos fiquei tentando editar esse template ó saco o.O
O bom é que eu consegui, porque já tava a ponto de explodir o coitado do computador,que nada tem a ver com a minha incompetêcia em HTML, na parede ^.^
Eras isso então, resolvi postar algo aqui que não fossem só os textos de dramaturgi(que eu fiz) e meu trabalho sopbre o Cinema Brasileiro!!!
intéh outrora...

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

O fim de uma Jornada

O fim de uma Jornada
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Terminei "Deathly Hallows" !!!!Perfeito, me emocionei no final e ainda não acredito que terminou...ohh não, não pode ter terminado...J.K. Rowling não seja tão cruel conosco!!!
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Parece que foi ontem que minha mãe veio com a fita do Harry Potter e a pedra Filosofal pra mim olha. Nunca nem tinha ouvido fala nesse tal de Harry, mas, como dizem, foi amor a primeira vista. Apartir dai estava eu lá em todas as pré-estréias, lendo todos os livros, alucinada, comprando cartazes, posteres, figurinhas. Dos meus 11 aos meus 17 anos foi assim. Cada semana anterior a estréia de um filme ou de lançamento de um livro foi um martírio.Talvez alguns achem exageiro, mas era assim que acontecia. Agora que acabou a série, que finalmente descobrimos o final dessa grande história, isso vai marca uma passagem grande de nossa vidas. É completamente estranho pensar assim, mas é extamente assim que me sinto. Quase não consiguia ler as ultimas frases do livro, não queria, porque sabia que iria acabar. Fico imaginado, que por muito tempo acompanhei a história daquele bruxinho, e agora é tão dificil aceitar que acabou. O que me resta é inventar algumas histórias na minha cabeça que, talvez, possa preencher o vazio do meu coração...

Noite Fria

Noite Fria
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SANTIAGO foi esse o nome que a menina ao lado de Ana viu tatoado em suas costas. Elas estavam sentadas em uma dessas cadeiras de balanço estilo rústico, pintado de branco, Ana tinha uma doçura no olhar e estava prestando atenção no campo a frente dela, com o pensamento distante. O campo estava silencioso, o que não era muito difícil naquele vilarejo longe da cidade. O ar daquela noite estava macio, uma leve brisa passou pelo rosto de Ana e ela sentiu um cheiro delicioso de eucalipto, e pensou o quão estaria perfeita essa noite se ela tivesse ocorrido há anos atrás. A menina, também olhando para o campo, estava com os pensamentos, não na noite, mas naquele nome tão forte que estava marcado na pele tão delicada de Ana. Não podendo se conter a menina perguntou

- É seu namorado, Ana?
- Quem?- perguntou Ana
- O Santiago da sua tatuagem? – replicou a menina
- Ah sim – disse Ana compreendendo – Foi.
- E porque vocês terminaram? – perguntou a menina, curiosa.
- Nós não terminamos, ele morreu – disse Ana sem dar muita importância para a situação.
- Me desculpe Ana, eu não sabia, sinto muito – a menina estava totalmente sem jeito de olhar para Ana agora, apesar de querer.
- Oh tudo bem, não tem problema – disse Ana desinteressadamente.
Por um minuto elas permaneceram em silêncio, observando a noite quente de verão, quando a menina tomou coragem e perguntou:
- Do que ele morreu?
Ana, que até agora não estava prestando muita atenção na conversa, falou com uma voz baixa:
- Insuficiência respiratória. É que ele tinha um problema no coração.
Ela começou a relatar a história dos dois e a menina se ajeitou na cadeira confortavelmente para ouvir.
Ana tinha guardado a história para si durante anos e agora sentia que era a hora de contar, hora de reparti-la, não só com as pessoas que vivenciaram com ela, mas para todas as pessoas que mereciam ouvi-la, e aquela menina, tão curiosa, tão inocente, era uma das que mereciam ouvir.
A medida que ia contando a história a noite ia se tornado mais fria, mas nem Ana nem a menina pareciam sentir a mudança, tudo que Ana sentia agora era dor que, parecia, estava guardada em seu coração, assim como a história em sua cabeça. Ela se lembrava de todos os detalhes dos momentos que passou ao lado de Santiago.Contou como eles haviam se conhecido ainda crianças, quando ele foi morar do lado de sua casa, e como, na mesma, época brigaram. A briga dos dois pareceu a Ana um pouco tola agora, e ela olhou para as estrelas com os olhos marejados percebendo quanto tempo perdeu de passar junto dele se não tivessem brigado.
Ana, sentindo um aperto forte no coração e olhando para uma borboleta que, estranhamente, passeava a noite, contou que ela e Santiago estudaram todos os anos juntos, mas só na adolescência, no penúltimo ano do colegial, que eles se aproximaram, através de um trabalho de escola o qual seu professor tinha obrigado-os a fazerem juntos.
Foi com os olhos cheios de lágrimas, que Ana contou como eles começaram a namorar, ela deu um sorriso ao lembrar do dia em que ele se declarou a ela, todo enciumado porque um garoto do mesmo ano estava lhe paquerando. E foi com os mesmos olhos lacrimejantes que ela falou sobre a descoberta da doença, das crises e da morte inesperada de Santiago, num dia de chuva.
- Fiz a tatuagem depois da sua morte - Ana disse, havia um tom de honradez na sua voz – Foi uma homenagem, a única coisa que pude fazer por ele.
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_________________________________________Gabriela Kuhn.

Panquecas doces

Panquecas doces
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Pablo abre à janela todas as manhãs. Ele gosta que o sol matinal ilumine e aqueça a casa. Após abrir todas as janelas, Pablo vai tomar banho, ele não é um ótimo cantor, mas canta euforicamente quando esta no banheiro. Depois Pablo faz seu própio café. Ele mora sozinho e também não é um ótimo cozinheiro, mas panquecas doces e suco de laranja são postos à mesa.
Como de costume, antes das refeições, Pablo reza. Sua mãe lhe ensinou isso, como também lhe ensinou a escovar os dentes, ser organizado e fazer panquecas. Foi dela que Pablo herdou sua pele branca papel, que contrasta com seus olhos negros e com seu nome, que também foi dado por ela.
Depois do café Pablo vai trabalhar. Ele é enfermeiro, e sua roupa branca é quase confundível com seu tom de pele. As enfermeiras nos corredores quase entram em colapso quando vêem Pablo. Pudera, ele tem 28 anos, não é casado e é bonito. Pablo, é claro, flerta com todas elas, mas ele só se apaixonou de verdade uma vez na vida. Foi pela Glorinha, uma colega de classe que lhe ensinava matemática na 7ª série. Ela foi embora antes do ano acabar, mas não antes dar o primeiro e melhor beijo da vida de Pablo.
Ele se julga na idade de aproveitar a vida, sai todas as noites que não tem plantão no hospital, embebeda-se e volta para casa, às vezes só, às vezes acompanhado. Hoje Pablo vai a um bar desconhecido, ele não gosta de encontrar pessoas que conheça, sobretudo mulheres. Novamente Pablo vai voltar para casa com uma mulher e bêbado hoje, porém ele não abrirá as janelas amanha cedo.
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______________________________________Gabriela Kuhn

Panorama no cinema brasileiro até 1960

Panorama no cinema brasileiro até 1960
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Capitulo 1
PEQUENO CINEMA ANTIGO

O atraso incrível do Brasil, durante os últimos cinqüenta anos do século passado e outro tanto deste, é um pano de fundo sem o qual se torna incompreensível qualquer manifestação da vida nacional, incluindo sua mais fina literatura e com mais razão o tosco cinema.
Em 1898 foram realizadas as primeiras filmagens do Brasil, porém durante dez anos o cinema brasileiro vegetou e só em 1907 com a chegada da energia elétrica produzida industrialmente nas grandes cidades é que houve uma grande demanda de aberturas de novas salas em São Paulo e no Rio de Janeiro é que se começou a importar mais filmes estrangeiros, e foi seguido de perto por um promissor desenvolvimento de uma produção cinematográfica brasileira.
Em matéria de técnica a incapacidade do brasileiro torna-se tradicional, e num primeiro momento o cinema brasileiro é feito praticamente por estrangeiros. Os diretores e interpretes brasileiros só tornaram-se mais numerosos quando o cinema se impregnou de gêneros teatrais ligeiros, revistas e operetas.
Em 1908 e 1911, o Rio conheceu a idade do ouro do cinema brasileiro. Predominaram inicialmente os filmes que reconstituíam os crimes, crapulosos ou passionais, que impressionavam a imaginação popular. Essa idade do ouro não poderia durar, pois sua eclosão coincide com a transformação do cinema artesanal em importante indústria nos países mais adiantados. O cinema nacional eclipsou-se e o mercado cinematográfico brasileiro, em constante desenvolvimento, ficou inteiramente à disposição do filme estrangeiro. Inteiramente à margem e quase ignorado pelo público, substituiu o cinema brasileiro.
Aproximadamente a partir de 1925, dobra a média de produção anual, e há progresso na qualidade. Além do Rio de Janeiro e São Paulo, produzem também as capitais de Pernambuco, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Em 1930, surgiram os clássicos do mudo brasileiro e houve uma incursão válida na vanguarda mais ou menos hermética. Quando o nosso cinema mudo alcança uma plenitude o filme falado já faz sucesso em toda a parte.
Durante a década de trinta e quarenta, a produção de filmes falados se limita praticamente ao Rio, onde se criam estúdios mais ou menos aparelhados. O resultado mais eminente foi à proliferação de filmes – a comédia popularesca, vulgar e frequentemente musical – que desolou mais de uma geração de crítico. Essas fitas eram destinadas aos setores mais modestos da sociedade brasileira.
Nos anos 50 se abre é implantado em São Paulo um grande indústria cinematográfica. Os filmes eram custosos para São Paulo. O saldo positivo constitui na melhoria técnica graças à vinda de experimentados especialistas ingleses.
Durante os anos 50, o Rio voltou a estar na frente em produção cinematográfica. Houve um grupo que, durante alguns anos, se empenhou em reagir passionalmente contra o cinema do após guerra, com influência italiana.


Capitulo 2
PANORAMA DO CINEMA BRASILEIRO: 1896/1966

1ª ÉPOCA: 1896 a 1912

Em 1896, o cinema chegou ao Brasil. A maquina chamava-se Ominiographo, sendo que as exibições desenrolavam-se numa sala da Rua do Ouvidor no Rio de Janeiro.
Os prestigiadores acrescentam o cinema aos seus números, e tornam-se freqüente a presença das fitinhas curtas de então no programa dos teatros de variedade e dos cafés concertos.
A primeira sala fixa foi instalada no nº. 141 da Rua do Ouvidor, em 31 de julho de 1897, e chamou-se “Salão de Novidades”. Cinema era novidade francesa e o local passou a ser o “Salão Paris no Rio”. Esse salão oferecia grande variedade de divertimento visual e mecânicos.
Em 1898 Afonso Segreto tirou “algumas vistas”, da Baia de Guanabara com a câmera de filmar que comprará em Paris, nasceu o cinema brasileiro. Dai por diante sucedeu-se as filmagens.
O “Salão Paris no Rio” foi destruído por um incêndio em 8 de Agosto de 1898. O salão foi reaberto em 1899, exibindo assuntos freqüentemente brasileiros.Até 1903, foram os irmãos Segreto, donos do salão, os principais exibidores de filmes no Brasil.
Os Dez primeiros anos de cinema no Brasil são paupérrimos. Eram pouquíssimas salas de exibição. Isto é devido à escassez de energia elétrica industrial que veio a se amenizar só em 1907 com a utilização da usina do Ribeirão Preto, tendo assim, conseqüências imediatas para o cinema. Houve, então, um súbito florescimento do comércio cinematográfico que influiu diretamente na produção de filmes brasileiros. Um entrosamento entre o comércio de exibição cinematográfica e a fabricação de filmes fez com que o Brasil tivesse um cinema bem atiço entre 1908 e 1911.
Até 1907, todas as produções cinematográficas brasileiras tiveram assuntos naturais. O filme ficcional só surgiu em 190 com “Os Estranguladores”. O filme foi um sucesso e os produtores resolveram aumentar a metragem de suas fitas e a fazer enredos aproveitando histórias dos crimes mais espetaculares da época.
Mas não foi só de enredos de crimes que se fez cinema brasileiro na época. Em 1908 a 1911 foram ensaiados no Rio todos os gêneros de espetáculo cinematográfico. Numerosas foram às comedias, baseadas algumas nas atualidades políticas. A maior parte desses filmes foi realizado por Antonio Leal e José Labanca, que dominaram a produção nacional durante os dois anos que permaneceram juntos.
Já os filmes cantantes, produzidos por Cristóvão Guilherme Auler e Francisco Serrador, exigia que os artistas se escondessem atrás da tela e acompanhassem com a voz a movimentação das imagens. Esse tipo de espetáculo adquiriu no Rio de Janeiro, entre a909 a 1911, um desenvolvimento bastante surpreendente.
Eram de inicio filmezinhos curtos. O que houve de interessante no gênero falado e cantado foram os filmes-revistas de atualidades política. Retornavam-se, assim, à antiga tradição de revista de fim de ano.
Nos primórdios de 1911, reinava ainda animação nos modos de produção cinematográfica. O serrador lançava “A Serrana” na mesma época que era exibida a revista 606. Em meados de 1911 encerrava-se um ciclo particularmente movimentado do cinema nacional e todos aqueles que participavam ativamente da fabricação de um cinema brasileiro abandonaram as cinematográficas. O desinteresse generalizado atinge também os produtores da época. Os que persistiram em fazer filmes nacionais encontraram bastante dificuldade, mas asseguram um mínimo de continuidade do cinema nacional que cobrirá os próximos dez anos.

2ª ÉPOCA: 1912 a 1922

Após o colapso de 1911-1912, a atividade do cinema brasileiro ficou, inicialmente, nas mãos de alguns cinegrafistas. Não foi realizando filmes de enredo que esses cinegrafistas conseguiam ganhar dinheiro e sim, com documentários e jornais cinematográficos. Só eventualmente Antonio Leal e Paulino e Alberto Botelho produziam um filme ficcional.
A idéia de fazer filmes baseados em crimes da época voltou à tona inspirando as produções que tentaram tiram o cinema brasileiro do marasmo da época de 1912. De qualquer forma, só foi realizado no Brasil 3 filmes de enredo.
Em Pelotas, indústria do charque na época, o patriarca Francisco Santos, que possuía uma sala de cinema, escrevia,produzia dirigia e atuava em seus filmes, porém com a Primeira Guerra Mundial e devida a restrição de filme o trabalho teve que ser interrompido.
Neste ano, com efeito, e conseqüências da guerra ou não, as atividades cinematográficas no Brasil foram mínimas. Além dos esforços de Francisco Santos só houve outra fita, “A estrangeira” exibida e dirigida em Petrópolis. Aos poucos foi recomeçando o movimento. No Rio e em São Paulo foram criadas mais de uma dúzia de produtoras. Os diretores dessa época eram, na maioria, homens com experiência teatral. Os cinegrafistas pertencem à classe de imigrantes ricos de habilidade artesanal. E a essa lista de estrangeiros devem ser acrescentados alguns brasileiros. Até 1922 os cineastas mais conhecidos serão Luiz de Barros no Rio e José Medina em São Paulo.
A média anual entre 1912 e 1922 foi de 6 filmes. Entre 1912 a 1914 houve uma quase paralisação da produção, compensada na relativamente abundante produção de 1917. No ano seguinte houve uma brusca queda que prosseguiu, com pouca produção, até o ano de 1922.
Em 1915 o que chama atenção é o número de filmes inspirados na nossa literatura. A participação do Brasil na guerra provocou um número razoável de filmes, sobretudo se levarmos em conta que o Brasil não participou da guerra ativamente. Com esse surto de filmes levemente históricos, a produção baseada em crimes decaiu um pouco voltando a ser tema de enredo só em 1920.
A pesar do interesse documental, sentia-se que essas fitas não eram bem elaboradas devido ao imediatismo com que deveriam ser feitas. Porém muito mais elaboradas deveriam ser os filmes “A Quadrilha do Esqueleto” ou “Rosa que se desfolha”. Esse dois filmes foram produzidos pela empresa de Irineu Marinho, o que significou uma grande esperança para o cinema nacional, porém depois de ter feito 4 filmes, Irineu abandou a atividade cinematográfica.
Luiz de Barros é o responsável por mais de méis dúzia de filmes nesse período. Parte uma boa parte das pessoas, a maior parte dos filmes dele não passa de simples título com alguns nomes de interpretes, e uma ou outra foto, mas sempre que se aprofundam as investigações a respeito de seu trabalho até aproximadamente 1920, se vê a importância de seus filmes para o cinema brasileiro.
José Medina dará sua contribuição só mais tarde. Dentro deste período que falamos, ele realizou, em três anos, uma dúzia de filmes. Aparentemente a estrutura dos filmes nacionais por volta de 1919era baseada em uma rígida compartimentação de episódios. Medina querendo mostrar ao Brasil a possibilidade de fazer um filme com continuidade cinematográfica, produziu “Exemplo Regenerador”, mas essa experiência não influiu o cinema da época.
Vittorio Capellaro, que era italiano, foi o principal responsável pela produção de filmes inspirados na literatura brasileira. Apesar disso, o filme mais importante realizado na época, inspirado na nossa literatura foi “Lucíola” que foi produzida e cinematografada por Leal. O filme adquiriu as características de um melodrama mundano.
As atrizes que mais se destacaram nesse período foram Ianda Diniz e Iracema de Alencar. Quanto aos atores podemos citar os veteranos da primeira fase, como Leonardo Loponte e João de Deus. Alguns diretores também interpretavam em seus filmes.
Apesar de o comércio cinematográfico ter se desenvolvido nessa época, tornou-se cada vez mais difícil o acesso à produção nacional nas salas de exibição. Alguns filmes conseguiam ser exibidos, graça a boa caridade de algum ou outro proprietário de cinema.

3 ª ÉPOCA: 1923 a 1933

Entre 1923 e 1933, foram feitos cerca de cento e vinte filmes. Houve também um avanço na qualidade considerável. Foi nessa época que surgiram os clássicos do cinema mudo. O cinema mudo e falado coexistiram entre 1929 e 1933, isso justifica o fato de só serem produzidas cerca de 20 fitas em 1930. O cinema falado desempenhou um papel estimulante na nossa produção, mas isso antes de 1934 quando houve outra queda na produção cinematográfica brasileira.
Outra característica dessa época, é o aparecimento de focos diversos de criação. A produção cinematográfica não se limitava mais apenas ao Rio de Janeiro e a São Paulo. Em 1923 começa-se a filmar em Campinas, Recife, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul e diversas cidades do interior mineiro.
Em Belo Horizonte, o pioneiro na produção de filmes de enredo foi Igino Bonfiogli. Mas a cidade mineira que deu real importância a cinematografia do Estado foi Cataguases. Encontramos ai Pedro Comello que foi o iniciador em cinematografia de Humberto Mauro, o primeiro grande nome do cinema brasileiro.
Humberto Mauro, que completara sua formação graças ao grupo da revista “Cinearte”, começou como aprendiz. Depois disso, com “Tesouro Perdido” em 1927 iniciou uma carreira contínua, coerente e bela. Além de “Tesouro Perdido” a fase de Cataguases compreende mais dois filmes.
O movimento que se deu no Rio Grande do Sul teve importância menor que o mineiro, quantitativamente e qualitativamente. Depois da tentativa em Pelotas, só em 1927 é que se retoma a produção de filmes de enredo do estado. Concentra-se a produção em Porto Alegre, com meia dúzia de fitas até 1933 e com um mercado exibidor razoável, principalmente no interior, mas nunca chegando atingir exibição comercial fora do Rio Grande do Sul.
O ciclo Pernambucano foi, entre os ciclos regionais, o que mais produziu com um total de treze filmes em oito anos. Dentre os principais realizadores, encontramos Edson Chagas e Gentil Roiz. Mais tarde o ciclo aumentou, participando da realização dos filmes cerca de trinta jovens, com média de 25 anos.
Nos vários ciclos regionais, a iniciativa de se produzir filmes foi dada por artesões ou jovens técnicos. Em Campinas o pioneiro foi intelectual em plena maturidade Amilar Alvez. Ele produziu a fita “João da Mata” que fez um sucesso de bilheteria e pagou os oito conto de réis que custou.Esse sucesso fez com que surgissem várias companhias cinematográficas em Campinas.
Na capital Paulista a produção cinematográfica é relativamente intensa entre 1923 e 1933, com 50 filmes aproximadamente. São Paulo ultrapassa o Rio de Janeiro durante dez anos, pelo menos em quantidade. O fato é que se produziram fitas de mérito razoável, mas são raras as obras marcantes.
Luiz de Barro tudo tentou em matéria de gêneros cinematográficos. Em 1923, filmou um farsa no gosto americano, uma peça típica brasileira e uma aventura sem nacionalidade.
Entre 1923 e 1933 a produção no Rio de Janeiro teve pouca expressão em questão de quantidade. Algumas vezes o Rio não só ficou atrás de São Paul, mas também de Minas e de Pernambuco. Com Luiz Barros entrou em crise e foi trabalhar em São Paulo, o único produtor carioca que manteve uma certa continuidade foi Paulo Benedetti.O que este fez de mais importante, foi criar condições para a realização de “Barro Humano”, pelo grupo de jovens da “Cinearte”.Barro Humano e Brasa Dormida demonstraram que o cinema brasileiro começava a dominar os recursos narrativos.Isso, porém, acontecia em 1928 quando toda a linguagem cinematográfica criada pela Europa e pela América do Norte já se encontrava condenada pela revolução sonora.
É dentro desse período que nasce a companhia “Cinédia”, até certo ponto, uma conseqüência e prolongamento da revista “Cinearte” e da campanha em favor do cinema nacional.
A ultima fita foi lançada em 1933 “A voz do carnaval”, improvisada por Adhemar Gonzaga e Humberto Mauro no estúdio da Cinédia. Na nova crise de produção que entrava no nosso país “A voz do carnaval” anunciava as direções que iriam tomar as produções cinematográficas em nosso país, num mercado que invadido pelas produções importadas.

4ª ÉPOCA: 1933 a 1949

No período de 1933 a 1949, a produção é praticamente carioca. São Paulo começa um projeto ambicioso de industrialização, estúdios chegaram a ser levantados, mas o resultado acaba sendo visto em apenas um filme. Em torno de cento e vinte fitas foram produzidas nesses dezesseis anos, sendo quase todas elas no Rio, com exceção de uma em Minas Gerais e outra em Pernambuco.
No inicio, Humberto Mauro, que deixa a Cinédia e se associa a Carmem Santos, continua sendo a figura de maior expressão. Carmem Santo, no inicio da década de 30, funda sua própria companhia, a “Brasil Vita Film” e constrói estúdios onde, anos depois, completará seu empreendimento de maiores proporções.
Wallace Downey associava-se às vezes a Cinédia, e produzia exclusivamente filmes musicais. Dessa parceria surgiram muitos filmes, que lançaram nomes como Mesquitinha, Oscarito e Grande Otelo.
A década de 30 teve como principal protagonista a Cinédia. Lá surgiu uma formula que asseguraria a continuidade do cinema brasileiro por vinte anos: a comédia musical também conhecida como “Chanchada”.
A produção de fitas de enredo, quase cessou na década de 40. Neste período foi fundada a Atlântida. Ela foi a companhia de maior importância. Estréia com o filme “Moleque Tião”, filme que deu o tom das primeiras produções, mas logo predominou a chanchada na companhia. A Atlântida se associou com Luiz Severiano Ribeiro, dono de uma grande cadeia de exibição. O resultado disso foi à solidificação da chanchada e sua proliferação por mais de quinze anos. Os personagens grotescos foram os centros das chanchadas, mas se configurou um galã: Anselmo Duarte.
Nessa época houve muitos acontecimentos políticos que mexeram com a vida do país: golpe comunista, golpe integralista, golpe de Getulio Vargas, golpe contra Getulio Vargas, nossa participação na Segunda Guerra Mundial. Contudo, só o ultimo nos rendeu um filme de enredo, o drama “Brasileiro João de Souza”.

5ª ÉPOCA: 1950 a 1966

Em 1950 São Paulo voltou ao cenário cinematográfico de nosso país. Um grande empreendimento industrial, a Vera Cruz, assinalava o retorno do paulista com um tom sensacional. Acreditava-se que São Paulo, que já era o pólo industrial da época, viera se ocupar do cinema até então feito por artesões e jovens idealistas. É bem claro, porém, que o que a Atlântida fazia já não se comparava a nada artesanal ou amador, mas São Paulo rejeitava qualquer paralelo que se pudesse fazer com o cinema feito no Rio. Renegando as chanchadas, eles ambicionaram fazer um cinema de classe e em muito maior número. Para isso, a Vera Cruz contratou importantes nomes do cinema Europeu.
Esse período da cinematografia paulista foi rico em filmes e acontecimentos. Os meios intelectuais, artísticos e de negócios tomaram, enfim, conhecimento do cinema nacional, e esse passaram a ser o assunto e varias das rodas. O sucesso de “O cangaceiro”, contudo serviu para pagar as dividas que a Vera Cruz havia contraído.
Essa grande euforia do cinema paulista, porem, desvaneceu-se em 1954, junto com a tentativa de se produzir cinema industrialmente no Brasil. Esse fracasso da produção industrial, porém, não provocou um colapso. Durante a década de cinqüenta, o aumento da produção foi constante chegou a se estabilizar em mais trinta filmes anuais. A comédia popularesca e a fita musical não haviam morrido, sobretudo houve uma diversificação na chanchada. A principal contribuição paulista a chanchada brasileira, foi Amácio Mazzaroppi, que trouxe a figura do caipira para as telas.
Os cinco primeiros anos da década de 60 são dominados pelo fenômeno baiano, que contribuiu com um conjunto de filmes realizados na Bahia produzidos alguns por baianos e outro por sulistas. Destacaram-se “Bahia de Todos os Santos” e “O Pagador de Promessas” por seu pioneirismo e o equilíbrio de sua fatura. Glauber Rocha destaca-se neste meio, realizando em 1961 “Barravento” e depois “Deus e o Diabo na Terra do Sol”.
Surge o chamado Cinema Novo, movimento carioca que engloba tudo que se fez de melhor no cinema brasileiro. E tem no seu quadro de diretores nomes como Glauber Rocha, Paulo César Sarraceceni, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra, Leon Hitzman, Carlos Diegues, Luiz Sergio Person, Sergio Ricardo, Walter Lima Junior.


Capitulo 3
CINEMA: TRAJETÓRIA NO SUBDESENVOLVIMENTO

O cinema norte-americano e o japonês nunca forma subdesenvolvido, porem o hindu o árabe e o brasileiro nunca deixaram de ser. O subdesenvolvimento é um estado pelo qual os paises desenvolvidos nunca passaram, o os outros, porém, tendem a se instalar nele. O cinema é incapaz de encontrar dentro de si próprio, energias que lhe permitam escapar a condenação do subdesenvolvimento, mesmo quando uma conjuntura particularmente favorável suscita uma expansão na fabricação de filmes.
Os cineastas hindus produzem um cinema necessariamente em temas e ritmos inspirados no cinema estrangeiro. O esforço de progresso cultural diante ao um desenvolvimento leva os cineastas hindus a se debatem diante a adversidade, ao invés de combatê-la.
No Japão, que não conheceu o subdesenvolvimento, o fenômeno cinematográfico é totalmente diverso. Os filmes estrangeiros conquistaram um grande publico e foram de inicio o estimulo para uma estruturação do mercado consumidor. Essa produção era, no entanto, “japonizada” pelos artistas que ficavam comentando os filmes mudos.
No cinema subdesenvolvido o fenômeno árabe não possui a nitidez do hindu. Nos paises norte-africano e do Oriente também não foi propicio ao alastramento do filme ocidental, mas o resultado foi um desenvolvimento de cinema incomparavelmente mais lento que o da Índia. O cinema islâmico parece ao primeiro olhar, mais subdesenvolvido que o da Índia. Sua presença nas salas do Egito e do Líbano é quase nula, mas é provável que sua economia seja mais independente.
Não somos europeu nem norte-americano e nossa cultura é original. A penosa construção de nós mesmos se desenvolve entre o não ser é ser outro. O filme brasileiro participa do mecanismo e o altera através de nossa incompetência criativa em copiar. O filme brasileiro primitivo foi facilmente esquecido, e nosso cinema acabou entrando na decadência tão típica do cinema subdesenvolvido.
Logo após o fim do surto do primeiro cinema brasileiro, os norte-americanos trataram de eliminaram os concorrentes europeus e ocuparam o mercado de forma praticamente exclusiva. E função deles e para eles o comércio exibidor foi alterado e expandido. O cinema europeu tinha uma pequena parcela nas exibições, mas nos trinta anos que cinema foi o entretenimento principal, os filmes eram em sua maioria norte-americanos e, de certa forma, brasileiro.
O fenômeno cinematográfico que se instalou no Rio de Janeiro na década de quarenta é de certa forma um marco. A produção ininterrupta por mais de vinte anos de filmes musicai e chanchadas, se mostrou boa ao gosto dos espectadores e contrarias ao gosto dos estrangeiros. A repercussão da produção desse cinema despretensioso e artesanal teve, no inicio dos anos cinqüenta, papel determinante para que em São Paulo começasse a se produzir um cinema mais industrial e artístico. Os produtores cariocas também eram os exibidores, e essa parceria lembrava bem aquela feita no inicio no cinema brasileiro. Os empresários paulistas eram amadores no assunto, e vinham com a idéia de que as salas exibidoras passavam qualquer fita, inclusive as nacionais. Contudo a idéia era equivocada e o projeto foi desastroso. Quando descobriram o cangaço ou a comédia de rádio, já era tarde.
Mais de uma vez, o governo forneceu a ilusão de que se estava sendo implantada uma política cinematográfica, mas nunca passou de uma ilusão. O mercado continuou sendo ocupado pelos estrangeiros, o qual interessa em nosso comércio exibidor, era representativo.
A habitual permanência estrangeira em nosso cinema, não impediu que ele continuasse a nos refletir. O neo-realismo italiano inspirou um sentimento socialista em nosso cinema que se alastrou a partir do fim dos anos quarenta, particularmente envolvendo os personagens mais criativos surgidas após o término do sonho industrial de São Paulo.
O cinema novo é o terceiro acontecimento importante na história do cinema brasileiro. Ele viveu uma meia dúzia de anos e teve seu destino truncado por culpa da imposição política interna. O cinema novo é parte de uma corrente que se exprimiu também na musica no teatro nas ciências sócias e na literatura. Essa corrente foi uma expressão cultural requintada de um fenômeno histórico nacional.
Foi precisamente de iniciativas governamentais na segunda metade dos anos cinqüenta que surgiu a procura de um melhor equilíbrio nacional. O ocupante sem imaginação libelou a animação social que daí decorreu com um slogan: a subversão em marcha. A realidade que se impôs foi a de que os verdadeiros marginais são os trinta por cento selecionados pra construir a nação. O estabelecimento de canais comunicantes entre esta minoria e o universo imenso dos restantes estava a exigir o deslocamento dos eixos habituais da história brasileira.
Desintegrando o Cinema Novo, os seus principais idealizadores seguiram carreiras individuas de acordo com o temperamento e as idéias de cada um. Depois disso em São Paulo o surgiu o Cinema Lixo que se situou na passagem dos anos sessenta para os setenta e durou aproximadamente trás anos. Vinte filmes foram produzidos e que se situou, com raras exceções, na área da clandestinidade, decorrente de uma opção fortalecida pelos obstáculos habituais do comércio e da censura.
Trabalhando com artistas nervos da cidade e com artesões do subúrbio, o Lixo propõe um anarquismo sem qualquer rigor ou cultura anárquica e tende a transformar a plebe em ralé, o ocupado em lixo.
Esse tipo de filmes condenados ao absurdo, mutilado pelo crime ou pelo trabalho escravo, é inanimado por uma articulada cólera. Isolada na clandestinidade essa ultima corrente de rebeldia cinematográfica compõem um gráfico de desespero juvenil do final dos cinqüenta anos.
Qualquer filme exprime, ao seu jeito, muito do tempo em que foi realizado. Boa parte da produção contemporânea participa alegremente do atual estágio de nosso subdesenvolvimento: o milagre brasileiro. Apesar dos expectadores brasileiros permanecerem desinteressados em relação ao nosso cinema, a presente euforia dos brasileiros é transmitida nos filmes. Essa euforia se manifesta, sobretudo, em comédias ligeiras situadas quase sempre cenários coloridos e luxuosos que inspiram prosperidade. O estilo é próximo dos documentos publicitários cheio de fartura, ornamentados por imagens fotogenicamente positiva e pelo bamboleio amável de quadris nas praias da moda combinadas ao louvor de autoridades militares e civis. Essa simultaneidade audiovisual não significa que um setor qualquer do poder publico tenha inspiração no erotismo que irrompeu no cinema brasileiro de uns anos pra cá. O erotismo desse filmes apesar do afobamento da tendência auto-destruidora em acentuar nos quadris as nádegas e no seio a mama é, com efeito, o que tem de mais verdadeiro particularmente quando retrata a obsessão sexual da adolescência. De qualquer e apesar de tudo, essa fitas vão cumprindo bem a ambição de substituir o produto estrangeiro.
No início dos anos sessenta o público intelectual para de consumir o cinemanovista brasileiro e se volta inteiramente para o estrangeiro, onde descobre alimento para sua inconfidência cultural.Rejeitando o cinema nacional, com o qual possui profundos vínculos, em favor de uma qualidade importada esse publico exala uma passividade da qual não faz nada para sair.Assim como o cinema brasileiro não tem força de sir do sub-desenvolvimento.Ambos dependem da reanimação da sociedade brasileira e do processo cultural que daí nascerá.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O Caso Bankxes

O Caso Bankxes
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Edward Bankxes não era casado, não tinha filhos, amigos ou família. Sua ultima namorada, tinha ainda sido na puberdade.
Ele acordou naquele dia como qualquer outro dia normal. Sai da cama, tomou banho, vestiu-se, desceu as escadas, preparou seu café e o apreciou sozinho, como fazia todas as manhãs. Pegou o carro e partiu para o trabalho seguindo pelo seu caminho habitual.
No trabalho Edward era um exemplar profissional, ganhava bem, e sempre cumpria os horários e deveres. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: chegava a seu escritório, assinava formulários, decidia coisas importantes e ia embora.
Ele despediu-se de sua a secretária, que o retribuiu, ela era a única pessoa no mundo que, por interesse é claro, sabia seu nome, e foi embora.
Todas as noites ele pegava a avenida principal de sua cidade para ir para a casa, mas naquela noite, a avenida estava com um engarrafamento jamais visto. Edward ficou cerca de uma hora percorrendo um caminho que ele faria em 10 minutos. Até que chegou a um ponto em que estava parado havia 15 minutos no mesmo lugar. Ele notou uma placa e uma entrada que não tinha notado em nenhuma das inúmeras vezes que tinha passado por ali. A placa indicava com uma seta para o lado um caminho que, segundo ela, levaria até Monte Carlo. A estrada em questão estava fazia, e Edward, pensou no que o estava esperando em casa:um pão mofado, uma louça para lavar e uma TV de 42’ que ele tinha comprado com a esperança de amenizar sua solidão,uma doce ilusão. Edward pensando nessas coisas, não hesitou em virar para a direita e seguir pelo caminho.
Após 20 minutos, ele estava no centro de Monte Carlo e apreciava agora as luzes resplandecentes da cidade que saiam de seus cassinos. Edward parou seu carro em frente a um cassino, entregou o carro para um manobrista estacionar e entro no cassino. Ele nunca estivera dentro de um antes, e logo descobriu que aquele cassino era exatamente igual aos que ele via nos filmes. Dos dois lados havia enormes mesas de jogos que ele nunca soubera que existia, e nelas homens elegantes fumando todos os tipos de coisas que era possível fumarem. Havia, também, garçonetes com saias minúsculas e salto alto que serviam bebidas para esses homens e que de vez em quando recebiam cantadas de algum deles.
Edward seguiu caminhando pelo cassino e logo descobriu um lugar ao fundo do cassino que lhe pareceu um pouco mais confortável. Era um corredor imenso com maquias tipo “caça-níquel” dos dois lados do corredor que piscavam suas luzes furiosamente. Edward se sentou em frente a uma das máquinas que parecia a mais velha de todas. Suas luzes não eram tão fortes quanto à das outras e ela parecia estar escondida no canto do corredor.
Ele puxou duas moedas de seu bolso e colocou as duas na maquina, depois puxou a alavanca e esperou. A maquina começou a girar quadro quadrados na tela. Depois do que pareceram 10 segundos, ela começou a parar quadrado por quadrado. Cada um que parava mostrava a mesma figura, um $ verde. Quando finalmente parou o último quadrado na igual às mesmas figuras dos outros quadrados, a máquina começou a emitir um som estranho e as suas luzes, que antes pareciam fracas, agora piscavam como nenhuma outra naquele corredor.
Da máquina caiu uma imitação de moeda (poderia se dizer que era uma imitação devido ao seu tamanho protuberante). Edward pegou a moeda e leu as seguintes palavras escrita “PARABÉNS, VOCÊ GANHOU 1 MILHÃO”. Edward teve que ler três vezes para entender o real significados daquelas palavras. Ele virou para o lado esperançoso de que alguém o viria cumprimentá-lo, de que alguém viria parabeniza-lo, afinal ela tinha ganhado 1 milhão. Porém, ninguém veio. Ninguém o tinha sequer notado e ele foi até o guichê retirar o seu dinheiro
A moça do guichê pegou a moeda e disse com um ar desinteressado, “parabéns” e lê deu o cheque assinado. Ele então saiu do cassino como se ninguém ao menos tivesse notado sua presença ali, ele era invisível, e ele exercia esse papel muito bem, apesar de não gostar disso.
Edward pegou seu carro e foi para casa. Lá subiu a escadas, foi para seu quarto e sentou em sua cama. Ficou fitando o cheque por um instante e o largo-o no chão. Ele foi até a sua maleta, abriu-a e pegou uma adaga, muito bem desenhada e afiada, que ele sempre levou consigo, esperando o momento que, enfim, criaria coragem.
Ele acomodou os travesseiros confortavelmente, aconchegou-se entre eles, passou a adaga em seus pulsou e apreciou, com um doce gosto de vitória, a chegada de sua morte.

O CASO BANXES


Edward Bankxes não era casado, não tinha filhos, amigos ou família. Sua ultima namorada, tinha ainda sido na puberdade.
Ele acordou naquele dia como qualquer outro dia normal. Sai da cama, tomou banho, vestiu-se, desceu as escadas, preparou seu café e o apreciou sozinho, como fazia todas as manhãs. Pegou o carro e partiu para o trabalho seguindo pelo seu caminho habitual.
No trabalho Edward era um exemplar profissional, ganhava bem, e sempre cumpria os horários e deveres. Todos os dias ele fazia a mesma coisa: chegava a seu escritório, assinava formulários, decidia coisas importantes e ia embora.
Ele despediu-se de sua a secretária, que o retribuiu, ela era a única pessoa no mundo que, por interesse é claro, sabia seu nome, e foi embora.
Todas as noites ele pegava a avenida principal de sua cidade para ir para a casa, mas naquela noite, a avenida estava com um engarrafamento jamais visto. Edward ficou cerca de uma hora percorrendo um caminho que ele faria em 10 minutos. Até que chegou a um ponto em que estava parado havia 15 minutos no mesmo lugar. Ele notou uma placa e uma entrada que não tinha notado em nenhuma das inúmeras vezes que tinha passado por ali. A placa indicava com uma seta para o lado um caminho que, segundo ela, levaria até Monte Carlo. A estrada em questão estava fazia, e Edward, pensou no que o estava esperando em casa:um pão mofado, uma louça para lavar e uma TV de 42’ que ele tinha comprado com a esperança de amenizar sua solidão,uma doce ilusão. Edward pensando nessas coisas, não hesitou em virar para a direita e seguir pelo caminho.
Após 20 minutos, ele estava no centro de Monte Carlo e apreciava agora as luzes resplandecentes da cidade que saiam de seus cassinos. Edward parou seu carro em frente a um cassino, entregou o carro para um manobrista estacionar e entro no cassino. Ele nunca estivera dentro de um antes, e logo descobriu que aquele cassino era exatamente igual aos que ele via nos filmes. Dos dois lados havia enormes mesas de jogos que ele nunca soubera que existia, e nelas homens elegantes fumando todos os tipos de coisas que era possível fumarem. Havia, também, garçonetes com saias minúsculas e salto alto que serviam bebidas para esses homens e que de vez em quando recebiam cantadas de algum deles.
Edward seguiu caminhando pelo cassino e logo descobriu um lugar ao fundo do cassino que lhe pareceu um pouco mais confortável. Era um corredor imenso com maquias tipo “caça-níquel” dos dois lados do corredor que piscavam suas luzes furiosamente. Edward se sentou em frente a uma das máquinas que parecia a mais velha de todas. Suas luzes não eram tão fortes quanto à das outras e ela parecia estar escondida no canto do corredor.
Ele puxou duas moedas de seu bolso e colocou as duas na maquina, depois puxou a alavanca e esperou. A maquina começou a girar quadro quadrados na tela. Depois do que pareceram 10 segundos, ela começou a parar quadrado por quadrado. Cada um que parava mostrava a mesma figura, um $ verde. Quando finalmente parou o último quadrado na igual às mesmas figuras dos outros quadrados, a máquina começou a emitir um som estranho e as suas luzes, que antes pareciam fracas, agora piscavam como nenhuma outra naquele corredor.
Da máquina caiu uma imitação de moeda (poderia se dizer que era uma imitação devido ao seu tamanho protuberante). Edward pegou a moeda e leu as seguintes palavras escrita “PARABÉNS, VOCÊ GANHOU 1 MILHÃO”. Edward teve que ler três vezes para entender o real significados daquelas palavras. Ele virou para o lado esperançoso de que alguém o viria cumprimentá-lo, de que alguém viria parabeniza-lo, afinal ela tinha ganhado 1 milhão. Porém, ninguém veio. Ninguém o tinha sequer notado e ele foi até o guichê retirar o seu dinheiro
A moça do guichê pegou a moeda e disse com um ar desinteressado, “parabéns” e lê deu o cheque assinado. Ele então saiu do cassino como se ninguém ao menos tivesse notado sua presença ali, ele era invisível, e ele exercia esse papel muito bem, apesar de não gostar disso.
Edward pegou seu carro e foi para casa. Lá subiu a escadas, foi para seu quarto e sentou em sua cama. Ficou fitando o cheque por um instante e o largo-o no chão. Ele foi até a sua maleta, abriu-a e pegou uma adaga, muito bem desenhada e afiada, que ele sempre levou consigo, esperando o momento que, enfim, criaria coragem.
Ele acomodou os travesseiros confortavelmente, aconchegou-se entre eles, passou a adaga em seus pulsou e apreciou, com um doce gosto de vitória, a chegada de sua morte.
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_________________________________________ Gabriela Kuhn
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bLAH SEJA EU "BEN" VINDA!